Como importar cosméticos

Como importar cosméticos de forma segura

Um dos mercados que dificilmente sofre impactos negativos, como os outros, é o da beleza. E isso foi comprovado em meio à crise que a pandemia gerou em diferentes setores de diversos países, pois as pessoas tiveram que se reinventar em casa, criando novos hábitos de autocuidado, e comprando cada vez mais cosméticos. Um exemplo disso, é a onda gerada pelo chamado Skincare Routine; a rotina de cuidados com a pele. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), essa nova tendência de cuidados com a pele aumentou em 92,8% o volume de vendas de máscaras faciais, 14,7% em cosméticos antirrugas e 8,3% em hidratantes faciais, comparando os meses de Janeiro a Maio de 2020 com o mesmo período em 2019.

Mesmo antes da pandemia começar, o ato de importar cosméticos já estava na vida dos brasileiros há muito tempo, isso porque há mais variedades de produtos e os preços se mostram mais atrativos. Porém, engana-se quem pensa que importar esses produtos é tão fácil quanto parece, pois há diversos trâmites para que você consiga realizar todos os procedimentos de forma segura. Pensando nisso, nós preparamos 3 dicas essenciais sobre como você pode fazer isso. Continue lendo!

Entenda o que é considerado cosmético

Em resumo, segundo a Resolução da Mercosul nº110 de 1994, adotada pelo Brasil pela resolução RDC nº211 de 2005, cosmético pode ser caracterizado como os produtos para higiene pessoal, perfumes, produtos para uso externo em diversas partes exteriores do corpo, por exemplo, a pele.

Busque por boas referências

Antes de entender como funcionam o processo para que seus produtos cheguem até você, é necessário saber se eles são de boa qualidade e seguros para a saúde de quem for utilizá-los. Então, o mais indicado é que você procure por fornecedores de confiança na hora importar. Isso porque, com o aumento das importações de cosméticos, cresceu também a desonestidade por parte de muitas pessoas e empresas que vendem diversos produtos de má qualidade e, dessa forma, eles podem ser nocivos à saúde de quem os utiliza. Sendo assim, leve em consideração a procedência do produto, pesquise também sobre a reputação da empresa no mercado internacional e não tenha como prioridade apenas os preços baixos.

Se atente às documentações exigidas na hora de importar cosméticos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem como principal objetivo proteger a saúde da população, por intermédio do controle sanitário da produção e consumo de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária. Ela também tem a obrigação de garantir que as normas de saúde sejam cumpridas, e isso ocorre através de um controle sanitário. E, em relação aos cosméticos, as condições de análise da Anvisa dependerão da natureza da mercadoria que se deseja importar. Assim, alguns produtos têm a necessidade de serem registrados, outros são apenas notificados e alguns somente comunicados, levando sempre em consideração a finalidade de uso e os riscos que eles podem fornecer à saúde das pessoas.

Além da permissão da Anvisa, os cosméticos também precisam do registro de Licenciamento de Importação (LI) no SISCOMEX,onde se submeterá à fiscalização pela autoridade sanitária antes de seu desembaraço aduaneiro.

Então, agora que você já leu nossas dicas sabe como o processo de importação de cosméticos pode ser um pouco mais complicado quando se está sozinho nesse barco. Por isso,  para que você saiba exatamente como proceder nos momentos burocráticos, principalmente, o ideal é contratar uma empresa que entenda de Comércio Exterior, como funcionam as exportações e importações, etc. Por isso, se precisar, conte a Connecta Trading para te auxiliar no que for preciso de forma segura, sempre. Até breve!

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

You may use these HTML tags and attributes:

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>