Modalidades de Câmbio

Saiba como funciona o câmbio na importação

Empresas que desejam importar produtos do exterior têm no câmbio um aspecto muito importante para as suas operações. Assim, é imprescindível estar por dentro do assunto. Além disso, as compras que empresas brasileiras fazem no exterior são muito comuns atualmente, principalmente com as facilidades da tecnologia.

Em todos os processos com moeda estrangeira envolvida são aplicadas taxas e mecanismos de câmbio, que devem ser conhecidos por essas empresas que desejam comprar do exterior. Você conhece como funciona o câmbio na importação? Siga no post e descubra.

Como funciona?

É comum que haja dúvidas sobre o processo. Mas, basicamente, a taxa de câmbio significa quanto vale uma moeda estrangeira tomando como métrica a moeda nacional. Além disso, a conversão pode variar em função da operação. Por exemplo, taxa de venda e compra. Essa diferença é o valor cobrado pela instituição financeira por comprar e vender posteriormente.

No Brasil a taxa de câmbio é flutuante, o que significa que o valor da moeda estrangeira pode sofrer influências externas como a oferta e procura, mas é determinado livremente.

Porém, quando falamos de uma Pessoa Júridica (PJ), a importância do câmbio cresce. Além disso, certos documentos são necessários para a operação e podem influenciar na forma de pagamento.

Cadastro no Siscomex

Para entrar no mundo da importação, a empresa precisa obrigatoriamente ser habilitada no Sistema Integrado de Comércio Exterior – Siscomex. O órgão centraliza e controla informações sobre as operações realizadas.

Assim, o cadastro deve ser solicitado na Secretaria da Receita Federal (SRF), que gera uma senha de acesso e permite incluir dados, além de emitir os Comprovantes de Importação (CI).

O Siscomex também emite documentos obrigatórios para as empresas como:

Declaração de Importação (DI)

Para começar a pensar em qualquer tipo de importação, a DI é o principal documento do processo. Trata-se de um extrato com um resumo da operação realizada e deve ser apresentada à Receita Federal com documentos como:

● Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF);
● Fatura Comercial;
● Conhecimento de Carga Original;
● outros previstos em leis específicas ou acordos internacionais.

Licenciamento Não-Automático de Importação (LI)

Normalmente o licenciamento é feito de forma automática na formulação da DI. Contudo, existem situações que exigem o Licenciamento Não-Automático. Assim, o importador, nesses casos, deve prestar informações mais detalhadas sobre o produto importado.

Registro de Operações Financeiras (ROF)

É um documento que permite visualizar dados específicos sobre as condições financeiras da operação. Posteriormente são encaminhadas para o Banco Central.

Modalidades de câmbio

Existem três principais modalidades de câmbio com diferentes exigências documentais por parte das instituições financeiras:

● antecipado – realizado antes do envio, nela devem constar informações como canal bancário, exportador, importador, quantidade de itens, valor unitário, valor total, previsão de embarque e moeda;
● à vista – deve ser feita no momento do embarque. Portanto, é necessária a cópia do BL, AWB ou CRT original ou não negociável, a fatura comercial e o romaneio de carga;
● a prazo – a mercadoria já foi nacionalizada, assim também é necessária a cópia do BL, AWB ou CRT, fatura comercial, romaneio de carga, além do Comprovante de Importação (CI) e Declaração de Importação (DI).

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