Produtos Químicos

Principais cuidados na importação de insumos e produtos químicos

A relevância da indústria química tem aumentado nos últimos tempos, e a importação e exportação de produtos também cresceu. Desde o início da retomada de economia em 2020, o ritmo das importações brasileiras em produtos químicos vem estabelecendo novos recordes. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a importação de produtos químicos chegou ao recorde de US$ 5,8 bi em agosto de 2021.

Contudo, esse é um trabalho que dever realizado com alguns cuidados especiais, já que fatores como o manejo incorreto da carga, regulamentações e outros procedimentos fundamentais podem oferecer riscos irreversíveis. Sendo assim, trouxemos a seguir alguns dos principais cuidados que devem ser levados em conta na hora da importação de insumos e produtos químicos. Confira!

Vai importar produtos químicos? Planejamento é essencial!

Além de se tratar de uma área bastante técnica, a complexidade da classificação fiscal e o cumprimento das regulamentações legais exigem um bom planejamento. As classes de carga química, por exemplo, podem influenciar diretamente nos custos logísticos e no tipo de armazenamento e transporte. Por isso, contar com a ajuda de um especialista no assunto é o ideal para que tudo ocorra sem intercorrências.

Documentações específicas

A fiscalização e controle sobre a importação de produtos químicos são bastante rigorosas. Assim, é importante ficar atento para que todos os documentos sejam feitos e preenchidos corretamente. Caso haja divergência nas informações, como a descrição e classificação fiscal dos produtos, um laudo poderá ser solicitado, o que aumenta os custos e gera atrasos.

Licença de importação para produtos químicos

Determinados tipos de insumos e produtos químicos exigem uma Licença de Importação e autorização específica de alguns órgãos, como:

  • ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária
  • MAPA – Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento
  • IBAMA – Instituto Nacional do Meio Ambiente
  • Polícia Federal

Acompanhamento do processo do início ao fim

Com tantos aspectos para considerar, acompanhar o processo do início ao fim é imprescindível. Para que tudo ocorra de maneira adequada, uma excelente opção é contar com parceiros e profissionais qualificados para lidar com a operação. Com o auxílio de uma trading company, a complexidade e riscos e os riscos diminuem consideravelmente.

Modalidades de Câmbio

Saiba como funciona o câmbio na importação

Empresas que desejam importar produtos do exterior têm no câmbio um aspecto muito importante para as suas operações. Assim, é imprescindível estar por dentro do assunto. Além disso, as compras que empresas brasileiras fazem no exterior são muito comuns atualmente, principalmente com as facilidades da tecnologia.

Em todos os processos com moeda estrangeira envolvida são aplicadas taxas e mecanismos de câmbio, que devem ser conhecidos por essas empresas que desejam comprar do exterior. Você conhece como funciona o câmbio na importação? Siga no post e descubra.

Como funciona?

É comum que haja dúvidas sobre o processo. Mas, basicamente, a taxa de câmbio significa quanto vale uma moeda estrangeira tomando como métrica a moeda nacional. Além disso, a conversão pode variar em função da operação. Por exemplo, taxa de venda e compra. Essa diferença é o valor cobrado pela instituição financeira por comprar e vender posteriormente.

No Brasil a taxa de câmbio é flutuante, o que significa que o valor da moeda estrangeira pode sofrer influências externas como a oferta e procura, mas é determinado livremente.

Porém, quando falamos de uma Pessoa Júridica (PJ), a importância do câmbio cresce. Além disso, certos documentos são necessários para a operação e podem influenciar na forma de pagamento.

Cadastro no Siscomex

Para entrar no mundo da importação, a empresa precisa obrigatoriamente ser habilitada no Sistema Integrado de Comércio Exterior – Siscomex. O órgão centraliza e controla informações sobre as operações realizadas.

Assim, o cadastro deve ser solicitado na Secretaria da Receita Federal (SRF), que gera uma senha de acesso e permite incluir dados, além de emitir os Comprovantes de Importação (CI).

O Siscomex também emite documentos obrigatórios para as empresas como:

Declaração de Importação (DI)

Para começar a pensar em qualquer tipo de importação, a DI é o principal documento do processo. Trata-se de um extrato com um resumo da operação realizada e deve ser apresentada à Receita Federal com documentos como:

● Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF);
● Fatura Comercial;
● Conhecimento de Carga Original;
● outros previstos em leis específicas ou acordos internacionais.

Licenciamento Não-Automático de Importação (LI)

Normalmente o licenciamento é feito de forma automática na formulação da DI. Contudo, existem situações que exigem o Licenciamento Não-Automático. Assim, o importador, nesses casos, deve prestar informações mais detalhadas sobre o produto importado.

Registro de Operações Financeiras (ROF)

É um documento que permite visualizar dados específicos sobre as condições financeiras da operação. Posteriormente são encaminhadas para o Banco Central.

Modalidades de câmbio

Existem três principais modalidades de câmbio com diferentes exigências documentais por parte das instituições financeiras:

● antecipado – realizado antes do envio, nela devem constar informações como canal bancário, exportador, importador, quantidade de itens, valor unitário, valor total, previsão de embarque e moeda;
● à vista – deve ser feita no momento do embarque. Portanto, é necessária a cópia do BL, AWB ou CRT original ou não negociável, a fatura comercial e o romaneio de carga;
● a prazo – a mercadoria já foi nacionalizada, assim também é necessária a cópia do BL, AWB ou CRT, fatura comercial, romaneio de carga, além do Comprovante de Importação (CI) e Declaração de Importação (DI).

Então, se você deseja estruturar suas operações de importação, a Connecta Trading oferece um pacote completo de soluções personalizadas. Saiba mais no nosso site.

Importação de armas de fogo

Importação de armas de fogo: como funciona

Importar qualquer tipo de arma de fogo não é uma tarefa tão fácil quanto se mostra nos filmes de ação. Isso porque, essa ferramenta possui diversas finalidades e exige preparo para ser usada pela pessoa certa e de forma correta. Dessa forma, no texto de hoje iremos falar sobre como importar esse produto de maneira legal. Por isso, se você deseja realizar essa importação, mas não sabe por onde começar ou possui outros tipos de dúvidas, continue lendo.

Afinal, quem pode importar armas de fogo?

  • As pessoas jurídicas credenciadas no Comando do Exército para comercializar armas de fogo, munições e produtos controlados;
  • As pessoas físicas autorizadas a adquirir armas de fogo, munições ou acessórios, de uso permitido ou restrito, nos termos dispostos no art. 12 do Decreto nº 9.847 de 25 de junho de 2019.

Principais requisitos legais:

  • Ter 25 anos ou mais;
  • Não possuir antecedentes criminais;
  • Não estar respondendo a processo criminal ou a inquérito;
  • Possuir uma residência fixa;
  • Possuir uma ocupação lícita
  • Comprovar aptidão psicológica;
  • Possuir capacidade técnica para manusear uma arma de fogo;
  • Ter representante legal ou agente credenciado para registrar a Licença de Importação (LI) no Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX).

Exemplos de armas de fogo permitidas para o uso de cidadãos comuns

Atualmente, no Brasil, de acordo com o Artigo 12 da Lei Nº10.826/3, um civil pode ter acesso à posse de arma de fogo. São alguns dos exemplos do tipo de arma que um cidadão comum pode utilizar:

  • Armas de fogo curtas: pistolas e os revólveres;
  • Armas de fogo longas raiadas: rifles e carabinas;
  • Armas de fogo de alma lisa: espingardas;
  • Entre outros tipos.

Burocracia

O processo que envolve a importação de armas de fogo para o território brasileiro é muito burocrático, afinal, é essencial que tudo ocorra de forma segura. Portanto, é de extrema importância que você se mantenha informado e organizado. Pois, dessa forma, o desenvolvimento do processo de importação será mais rápido e, principalmente, mais seguro.

Documentação necessária:

  • Capeador para análise da importação;
  • Duas cópias do Certificado Internacional de Importação (frente e verso);
  • Certificado de Registro (CR);
  • Formulário de controle de licenciamento de importação em via única;
  • Comprovante de pagamento da Guia de Recolhimento da União (GRU), referente a importação de produtos controlados;
  • Requerimento para Desembaraço Alfandegário;
  • Declaração da entidade de tiro de vinculação do requerente, comprovando que promove (ou sedia) eventos em que os produtos pretendidos podem ser empregados;
  • Declaração de ranking dos últimos 12 meses;
  • Documentação complementar com especificações técnicas do produto, quando imprescindível a análise do processo.

Portanto, conclui-se que é necessário cumprir diversos tipos de exigências para conseguir importar armas de fogo para o Brasil. Então, a melhor escolha para importar esse produto de forma legal, segura e mais prática é com o auxílio de uma empresa qualificada em gestão de importação. A Connecta Trading é especialista na importação de armas de fogo e nossa equipe possui capacidade para te ajudar em todas as etapas com atenção e preparo. Fale conosco para saber mais!

Como importar cosméticos

Como importar cosméticos de forma segura

Um dos mercados que dificilmente sofre impactos negativos, como os outros, é o da beleza. E isso foi comprovado em meio à crise que a pandemia gerou em diferentes setores de diversos países, pois as pessoas tiveram que se reinventar em casa, criando novos hábitos de autocuidado, e comprando cada vez mais cosméticos. Um exemplo disso, é a onda gerada pelo chamado Skincare Routine; a rotina de cuidados com a pele. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), essa nova tendência de cuidados com a pele aumentou em 92,8% o volume de vendas de máscaras faciais, 14,7% em cosméticos antirrugas e 8,3% em hidratantes faciais, comparando os meses de Janeiro a Maio de 2020 com o mesmo período em 2019.

Mesmo antes da pandemia começar, o ato de importar cosméticos já estava na vida dos brasileiros há muito tempo, isso porque há mais variedades de produtos e os preços se mostram mais atrativos. Porém, engana-se quem pensa que importar esses produtos é tão fácil quanto parece, pois há diversos trâmites para que você consiga realizar todos os procedimentos de forma segura. Pensando nisso, nós preparamos 3 dicas essenciais sobre como você pode fazer isso. Continue lendo!

Entenda o que é considerado cosmético

Em resumo, segundo a Resolução da Mercosul nº110 de 1994, adotada pelo Brasil pela resolução RDC nº211 de 2005, cosmético pode ser caracterizado como os produtos para higiene pessoal, perfumes, produtos para uso externo em diversas partes exteriores do corpo, por exemplo, a pele.

Busque por boas referências

Antes de entender como funcionam o processo para que seus produtos cheguem até você, é necessário saber se eles são de boa qualidade e seguros para a saúde de quem for utilizá-los. Então, o mais indicado é que você procure por fornecedores de confiança na hora importar. Isso porque, com o aumento das importações de cosméticos, cresceu também a desonestidade por parte de muitas pessoas e empresas que vendem diversos produtos de má qualidade e, dessa forma, eles podem ser nocivos à saúde de quem os utiliza. Sendo assim, leve em consideração a procedência do produto, pesquise também sobre a reputação da empresa no mercado internacional e não tenha como prioridade apenas os preços baixos.

Se atente às documentações exigidas na hora de importar cosméticos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem como principal objetivo proteger a saúde da população, por intermédio do controle sanitário da produção e consumo de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária. Ela também tem a obrigação de garantir que as normas de saúde sejam cumpridas, e isso ocorre através de um controle sanitário. E, em relação aos cosméticos, as condições de análise da Anvisa dependerão da natureza da mercadoria que se deseja importar. Assim, alguns produtos têm a necessidade de serem registrados, outros são apenas notificados e alguns somente comunicados, levando sempre em consideração a finalidade de uso e os riscos que eles podem fornecer à saúde das pessoas.

Além da permissão da Anvisa, os cosméticos também precisam do registro de Licenciamento de Importação (LI) no SISCOMEX,onde se submeterá à fiscalização pela autoridade sanitária antes de seu desembaraço aduaneiro.

Então, agora que você já leu nossas dicas sabe como o processo de importação de cosméticos pode ser um pouco mais complicado quando se está sozinho nesse barco. Por isso,  para que você saiba exatamente como proceder nos momentos burocráticos, principalmente, o ideal é contratar uma empresa que entenda de Comércio Exterior, como funcionam as exportações e importações, etc. Por isso, se precisar, conte a Connecta Trading para te auxiliar no que for preciso de forma segura, sempre. Até breve!

Importação de vinhos: o que você precisa saber

Importação de vinhos: o que você precisa saber

Você sabia que o consumo de bebidas alcoólicas é um dos maiores no mundo todo? Os brasileiros, por sua vez, consumiram 27% mais álcool do que a média mundial, segundo o relatório do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, em 2019. As importações de vinho, em especial, registraram grande aumento nos últimos tempos e seu consumo teve um aumento ainda mais expressivo nos últimos meses, muito por conta da pandemia do novo coronavírus.

Confira a seguir dados sobre a importação de vinhos durante a pandemia, como importar e os benefícios atuais disponibilizados pelo programa Paraná Competitivo nas operações via portos e aeroportos do Paraná.

O consumo de vinho durante a pandemia

O distanciamento social e a mudança de rotina e hábitos levaram a um consumo recorde de vinhos durante a quarentena. Consideradas bebidas para se tomar em casa na companhia da família e amigos, os vinhos e licores foram os itens que mais tiveram crescimento no primeiro quadrimestre de 2020.

De acordo com um estudo feito pela Ideal Consulting, especializada na análise de importação de bebidas alcoólicas, a importação de vinho liderou o ranking com aumento de 6,6% em volume de garrafas, somando 3,4 milhões de litros. Ao mesmo tempo, supermercados e sites de comércio eletrônico ganharam relevância na venda da bebida. O consumo por pessoa foi 39% a mais do que o mesmo período – meses de abril, maio e junho – no ano passado.

Como importar vinho

Para importar vinho, é necessário cumprir alguns procedimentos junto à Receita Federal e Ministério da Agricultura, o MAPA, e atentar-se à algumas etapas.

1. Habilitação da empresa no Radar para poder realizar o processo de importação;
2. Registro da empresa como importadora de bebidas;
3. Análise documental e laboratorial pelo MAPA;
4. Desembaraço aduaneiro na Receita Federal.

Resumidamente, essas etapas envolvem a análise e permissão da Receita Federal para fazer a importação, a coleta de amostras dos vinhos pelo MAPA para posterior liberação quando estiver no Brasil e o desembaraço aduaneiro.

Nesse momento, ter um profissional especializado para oferecer suporte é fundamental para evitar qualquer erro que possa custar caro no final do processo.

Vantagens de realizar sua importação de vinho pelo estado do Paraná

Você já ouviu falar no Paraná Competitivo? O programa já existe há bastante tempo, mas não era tão difundido e agora mudou e é capaz de bater de frente com outros grandes incentivos. Alguns estados do Brasil são conhecidos por serem bastante agressivos na importação, como Santa Catarina e Espírito Santo. Assim, o programa tem hoje diversos projetos e tornou o Paraná um dos estados mais competitivos para investimentos e importação. As medidas trazem redução do imposto ICMS de importação para os estabelecimentos que realizarem operações de revenda da mercadoria importada por meio de portos e aeroportos paranaenses, com desembaraço aduaneiro no Estado.

Por que confiar seu processo de importação de vinhos à uma trading

Estar amparado para fazer uma operação segura pode fazer a diferença e ainda atingir a satisfação na compra do consumidor final. Para isso, é realizado um estudo completo desde a saída da carga, melhor rota, reduções tributárias possíveis… até a nacionalização do produto.

Mesmo que a retomada total da economia ocorra ainda este ano, a expectativa é de que a quantidade de vinho consumido por pessoa não diminua muito, visto que o melhor período de vendas é o último trimestre do ano por conta das festividades. Através da combinação logística e tributária, é possível conseguir um produto extremamente competitivo. Fale agora com nossa equipe e saiba como melhorar seu processo de importação de vinhos!

Como preparar suas importações pós pandemia

Como preparar suas importações pós-pandemia

No início de 2020 fomos surpreendidos pela notícia da pandemia do novo Coronavírus que resultou, rapidamente, em uma crise econômica mundial. Hoje, grande parte da população vive em isolamento social, a fim de diminuir a propagação do vírus. Esse cenário nos levou à uma nova realidade, em que governos e empresas precisam readequar e revisar seus planejamentos. Evidentemente, isso inclui também o Comércio Exterior. Descubra a seguir as mudanças que aconteceram, como preparar suas importações pós-pandemia e as previsões para o setor.

Como ficou o comércio internacional

Assim como a maioria dos setores, o Comércio Exterior não escapou das consequências da Covid-19. Os impactos levaram a rupturas de cadeias globais de valor. Com o fechamento de fronteiras e de até de empresas, diversas atividades foram suspensas ou sofreram atraso. Por outro lado, o Brasil não parou seus negócios com o exterior, uma vez que o alto investimento em tecnologia realizados permite que grande parte das atividades sejam feitas remotamente.

Mudanças na importação

Já no início da crise, alguns países reviram alguns procedimentos, como redução tarifárias e medidas de flexibilização para aquisição de produtos médicos. Inclusive o Brasil conseguiu reduzir parte dos impostos de importação em diversos produtos para o combate do vírus, entre outras medidas para que empresas brasileiras consigam produtos para comercialização interna. Para acompanhar as medidas que o Governo Federal vem tomando, o site do Sebrae separou uma lista com as mudanças adotadas para ajudar a combater os riscos ao Comércio Exterior, tão importante na retomada do crescimento após o fim da pandemia

Como preparar suas importações pós-pandemia?

O mercado, de maneira geral, tem seus altos e baixos. Por isso, a palavra da vez é o planejamento! É importante começar a pensar desde já na organização, para que quando as atividades forem retomadas normalmente, não seja pego de surpresa. É preciso estar atento a novas soluções, produtos e até mesmo adaptações, se necessário. Uma dica é investir em planejamentos personalizados e estar cercado de dados e informações concretas e transparentes para se preparar da melhor maneira possível. Não deixe de acompanhar as movimentações e não deixe de aprender!

Projeções para o Comércio Exterior

Os efeitos da pandemia sobre a economia e a vida das pessoas devem durar mesmo após o fim da mesma. Não é tão simples prever o futuro, mas um estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), estima que a pandemia causará uma retração nas exportações brasileiras que variam entre 11% e 20%. Ainda de acordo com o IPEA, o crescimento das exportações em 2021 deve ficar entre 10% a 15% e das importações entre 10% e 20%.

Já o relatório emitido pela Organização Mundial do Comércio (OMC), prevê um cenário onde a queda poderia ser entre 13% e 32% este ano, dependendo da duração da pandemia e da efetividade das respostas, mas também um cenário mais otimista. No cenário otimista, as exportações sofreriam queda de 17,7% em 2020, recuando para US$ 185,4 bilhões. Enquanto a recuperação deve ocorrer em 2021, com estimativas incertas que podem variar de avanço de 21,3% a 24%.

Se você é importador ou exportador, aproveite o momento para fazer seu projeto de operação com a melhor viabilidade econômica e operacional, e esteja preparado para a retomada dos negócios!